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O Melanoma

Informações gerais gerais sobre o melanoma

Fique atento!

  • O melanoma é uma doença caracterizada pela formação de células malignas (câncer) a partir dos melanócitos (células que dão cor à pele).
  • Há diferentes tipos de câncer que começam na pele.
  • O melanoma pode ocorrer em qualquer lugar da pele.
  • Nevos (pintas ou sinais) incomuns, exposição à luz solar e histórico familiar são fatores que facilital o surgimento do melanoma.
  • Mudança na aparência de pintas ou sinais podem significar uma transformação em melanoma.
  • O diagnóstico do melanoma é auxiliado por exames que avaliam as pintas/sinais da pele.
  • Diversos fatores afetam o tratamento e o prognóstico do paciente com melanoma.

O melanoma é uma doença caracterizada pela formação de células malignas (câncer) a partir dos melanócitos (células que dão cor à pele).

A pele é o maior órgão do corpo. É ela a responsável pela proteção contra o calor, a luz do sol, lesões e infecções. A pele também ajuda a regular a temperatura, armazena água, gordura e atua na produção da vitamina D.

A pele pode ser dividida em várias  camadas, mas as duas principais são a epiderme (superficial) e a derme (profunda). O câncer da pele começa na epiderme, que é composta de três tipos de células:

  • Células escamosas: células finas e achadas que formam a camada mais superficial da epiderme.
  • Células basais: células redondas localizadas embaixo das células escamosas.
  • Melanócitos: células que produzem melanina e que são encontradas na parte mais profunda da epiderme. A melanina é o pigmento que dá à pele sua cor natural. Quando a pele é exposta ao sol ou à luz artificial, os melanócitos produzem mais pigmentos e, como consequência, a pele escurece.

O número de novos casos de melanoma vem aumentando nos últimos 40 anos. O Brasil registra anualmente 5.560 novos casos da doença e 1.547 óbitos, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). O melanoma é mais comum entre adultos, mas às vezes pode ser encontrado em crianças e adolescentes.

Conteúdo adaptado do site do National Cancer Institute (NIH)

Exames que investigam a pele são usados para detectar e diagnosticar o melanoma

Se um sinal ou uma área pigmentada sofrem mudanças, os seguintes exames e procedimentos podem ajudar no diagnóstico do melanoma:

Exame dermatológico
O médico dermatologista avalia todos os sinais, pintas de nascença ou outras áreas pigmentadas que pareçam anormais no que diz respeito à cor, forma e textura.

Dermatoscopia
Este exame é realizado pelo próprio dermatologista no consultório. Usando um dermatoscópio, aparelho que amplia as lesões e usa uma luz para separar cores e estruturas, é possível identificar lesões suspeitas de câncer de pele de uma forma mais precoce e eficiente.

Mapeamento corporal total e dermatoscopia digital
Para pacientes com alto risco de desenvolver câncer de pele, principalmente aqueles com múltiplos nevos (pintas) e parentes com melanoma, recomenda-se fotografar todo o corpo e cada uma das pintas usando um dermatoscópio acoplado à uma maquina fotográfica digital. Esse exame é útil para acompanhamento e deve ser repetido conforme orientação do dermatologista. Apenas aquelas pintas que mudarem serão suspeitas de câncer de pele, possibilitando o diagnóstico precoce com redução do número de lesões removidas desnecessariamente.

Microscopia confocal
Este é um exame mais recente na dermatologia, que usa uma tecnologia de imagem que possibilita avaliar as camadas iniciais da pele em busca de células que sugiram o diagnóstico de câncer. É um exame não invasivo que pode ajudar em casos selecionados quando a dermatoscopia é duvidosa, antes da realização de uma biopsia.

Biópsia
Remoção cirúrgica sob anestesia local de uma parte do tecido da pele para a avaliação por exame anatomopatológico. Deve ser realizada quando alguma lesão na pele é suspeita de câncer de pele. A lesão pode ser removida completamente (biópsia excisional) ou apenas um pequeno fragmento (biópsia incisional). Depois disso o patologista, então, examina o tecido através de um microscópio e procura por células cancerígenas.

O exame anatomopatológico fornece o diagnóstico de melanoma e outras características extremamente importantes do tumor, tais como a profundidade da lesão (espessura de Breslow), a presença de ulceração, o índice mitótico, a presença de satelitose, entre outras.

Conteúdo adaptado do site do National Cancer Institute (NIH)

Diversos fatores  afetam o tratamento e o prognóstico do paciente com melanoma.

 O prognóstico (previsão de curso da doença) e as opções de tratamento  do melanoma dependem dos seguintes fatores:

  • A espessura do tumor e onde ele está localizado;
  • O quão rápido as células cancerígenas estão se espalhando;
  • O quanto o câncer já atingiu os linfonodos;
  • O número de lugares do corpo os quais o câncer já atingiu;
  • O nível de LDH no sangue;
  • Se o câncer sofreu mutações no gene BRAF;
  • A idade do paciente e o seu estado de saúde geral;

Conteúdo adaptado do site do National Cancer Institute (NIH)

Em breve.

Conteúdo extra

Assista aos vídeos sobre Fotoproteção e Melanoma:

Ações do Raio Ultravioleta

Fotoprotetor na Pele

Fotoproteção Física

Fotoprotção Química

Melanoma

Estes vídeos fazem parte do CD de Fotoproteção do Projeto Homem Virtual e
foram cedido pela Disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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